Mayores informaciones:Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos: http://www.redesaude.org.br/Católicas por el Derecho a Decidir Brasil: http://www.catolicasonline.org.br/
4 de jun. de 2008
Autorizan en Brasil las investigaciones en células madre
Mayores informaciones:Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos: http://www.redesaude.org.br/Católicas por el Derecho a Decidir Brasil: http://www.catolicasonline.org.br/
2 de jun. de 2008
UM DRAMA BRASILEIRO
MULHERES VÃO ÀS RUAS NO 28 DE MAIO E DENUNCIAM AMEAÇAS AOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS
ComunicaRede, informativo on line da Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, divulgando a Campanha 28 de Maio – Dia Internacional de Ação Pela Saúde das Mulheres com ênfase no Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna. Na matéria de abertura, a articulação firma posição. Para a RFS, o Brasil só poderá reduzir em 75% a mortalidade materna até 2015, como prevê a Organização das Nações Unidas - ONU - em seu quinto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, estabelecido em 2000, caso enfrente o problema em todas as suas dimensões: "Se não for adotada uma política muito séria de educação sexual, assegurado o planejamento reprodutivo, a melhoria do atendimento durante a gestação, a efetiva humanização do parto e trabalho com evidências científicas, o cuidado alongado com puerpério e a legalização do aborto, não conseguiremos reduzir as mortes maternas no país e atingir as metas estabelecidas pela ONU", afirma a Secretária Executiva da RFS, Telia Negrão.
Realizada ontem na escadaria da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro a Instalação Urbana Pelas Mulheres que morreram devido às complicações na gravidez. Organizada pela Articulação de Mulheres Brasileiras/RJ, Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos ,Center Reprodutictive Rights e Coisa de Mulher.
Em Porto Alegre/RS, entidades filiadas à Rede Feminista de Saúde promovem no dia 1º de junho, domingo, pela manhã, no Brique da Redenção grande ponto de expressão da opinião pública de Porto Alegre, um ato para chamar atenção e informar a população gaúcha sobre a gravidade da morte materna e suas causas. Na organização do evento estão Coletivo Feminino Plural, Maria Mulher – Organização de Mulheres Negras, Marcha Mundial de Mulheres, Themis e Associação Nacional Marina Carneiro de Familiares e Amigos de Vítimas de Morte Materna – Amaterna.
A programação referente ao Dia Internacional de Ação Pela Saúde das Mulheres a ser promovida pelo IMENA, Amapá, será realizada nesta quinta-feira, 29, das 16 horas às 18 horas. “As plantas medicinais na saúde das mulheres” será o tema da palestra a ser proferida pela Mestra em Farmacologia, farmacêutica, sócia fundadora do IMENA e pesquisadora do Instituto de Estudos e Pesquisa do Amapá – IEPA, Terezinha de Jesus Soares dos Santos. O objetivo é informar corretamente a utilização da medicina popular tradicional da Amazônia no tratamento da saúde da mulher. Haverá distribuição de livros Farmácia da Terra que ensina a manipular essas plantas.
Em São Paulo, às 12h30min desta quinta-feira, 29, na frente do Tribunal de Justiça ato em solidariedade às mulheres do Mato Grosso do Sul (indiciadas judicialmente pela prática do aborto ilegal) e pela descriminalização do aborto. É uma ação conjunta das Jornadas com várias organizações parceiras.
Gestos e SOS Corpo realizam hoje, 28/05, o II Seminário Nacional Sobre Mulher, Violência e Aids – Explorando Interfaces, no Hotel Jangadeiros, bairro de Boa Viagem, Recife. Este evento utilizará como referência a publicação “Mulher Violência e AIDS: Explorando Interfaces”, organizado por Alessandra Nilo e terá como objetivo dialogar sobre a construção de ações coletivas para enfrentar as condições sócio-políticas, econômicas e culturais que estruturam e conectam a violência contra as mulheres e a AIDS.
Estão abertas as inscrições para o Seminário Saúde Materna, Evidência e Direitos e Lançamento da Campanha pelo Direito a Acompanhante no Parto para Todas as Mulheres. O Seminário está marcado para esta quinta-feira, 29 de maio, e será realizado no Auditório João Yunes – Faculdade de Saúde Pública, Avenida Dr. Arnaldo, 715 (Cerqueira César) – São Paulo – SP – Metrô Clínicas. A organização é da Disciplina Saúde Materno-infantil Baseada em Evidências - Depto. Materno-Infantil da FSP, Pós-Graduação em Enfermagem Obstétrica EE-USP; Escola de Artes, Ciência e Humanidades da USP-EACH; Rede Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos; Rede pela Humanização do Parto e Nascimento - Rehuna; Rede Parto do Princípio; Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, com apoio da Comissão de Cultura e Extensão FSP.
ABORTO, VIOLÊNCIA, AIDS E MORTE MATERNA
Anúncio (foto acima)veiculado esta semana nos jornais de Campo Grande, MS, a propósito do processo contra as quase 10 mil mulheres que estão sendo investigadas por possível prática ilegal de aborto. Em seis itens, a campanha promovida pela Articulação de Mulheres Brasileiras, Jornadas pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro, Comissão de Cidadania e Reprodução, Rede Feminista de Saúde, Comitê Latino-americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher e pela Marcha Mundial das Mulheres informa os direitos dessas mulheres e que providências elas devem tomar.Organização do III Fórum de Mulheres contra a Corrupção e Interamericano Fundación Mujeres em Igualdad convida-os para apresentar até 30 de junho de 2008 sumários ou resumos de apresentações – de até 250 palavras com um currículo vitae de até 200 palavras. Mandar por correio eletrónico: foromei.anticorrupcion@gmail.com com copia a mujeresenigualdad@infovia.com.ar Os temas são: GÉNERO, CORRUPÇÃO E…Acesso à justiça/Acesso à informação e à comunicaçãoViolência de gênero/tráfico humanoDireito à saúde/direitos sexuais e reprodutivosDireitos econômicos/orçamentos públicosDireitos à propriedade, à terra e à casaDireitos no trabalho e no emprego/Direito à educaçãoDireito à não-discriminação/direito à agua, ao meio ambienteResponsabilidade corporativa/Partidos políticos O Foro será realizado na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires com apoio da UNIFEM e UNDEF – Nações Unidas.
20 de mar. de 2008
CEBES OUVE OS DOIS LADOS DA DISCUSSÃO SOBRE O ABORTO
07/03/2008 11h46
A recente polêmica em torno da adoção da contracepção de emergência pela Secretaria de Saúde do Recife durante o Carnaval e o lançamento da Campanha da Fraternidade 2008 da Igreja Católica, com o tema “Fraternidade e Defesa da Vida”, foram suficientes para fomentar a divergência entre as já conhecidas posições em relação à legalização do aborto.
DESAFIOS FEMINISTAS
O Dia Internacional da Mulher – 8 de março – está sendo celebrado no México com uma legislação mais avançada no que se refere ao direito de decidir sobre a maternidade. Em abril de 2007, o aborto – até as primeiras doze semanas de gestação – foi descriminalizado na Cidade do México, apesar da oposição da hierarquia católica, dos grupos conservadores e membros (de direita) do governo federal. “Uma das estratégias mais importantes para enfrentar a tentativa de influência da Igreja Católica tem sido a defesa do Estado Laico. Trata-se de uma estratégia de sobrevivência para todas as pessoas que acreditam na democracia e na defesa da pluralidade”, avalia uma das protagonistas do triunfo acima citado, María Consuelo Mejía, diretora da organização Católicas pelo Direito de Decidir, do México.
Em outros países da região, a Igreja Católica também busca influenciar diretamente os agentes políticos dos Estados latino-americanos no que diz respeito ao debate sobre o aborto. Mas se nem sempre essa pressão traz os resultados esperados pela hierarquia eclesiástica, como no caso do México, outras vezes o Vaticano tem desempenhado um papel estratégico, como no caso brasileiro, onde a edição 2008 da Campanha da Fraternidade – campanha realizada anualmente pela Igreja Católica do país – tem como tema “Escolhe, pois, a vida”, um claro apelo em oposição à descriminalização do aborto. “Entramos em 2008 com esta agenda em aberto, com mais de uma dúzia de projetos que ameaçam inclusive direitos já conquistados, como os dois permissivos legais, a anticoncepção de emergência, e outros que criam estímulos para que as mulheres não abortem. Então nossa postura tem sido defender as conquistas para impedir retrocessos”, afirma a cientista política Telia Negrão, secretária-executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.
Para Gina Yañez de la Borda, diretora do Movimiento Manuela Ramos, uma das mais importantes organizações feministas do Peru, naquele país também se impõe uma linha conservadora que, desconhecendo a condição de Estado laico, acaba por privar a mulher de seu direito de decidir sobre a maternidade. “Lamentavelmente, no Peru, a Igreja Católica e os grupos conservadores ainda têm muita influência nas decisões estatais relacionadas à vida e ao corpo das mulheres”, ressalta.
Na Argentina, segundo a feminista Estela Díaz, integrante da Asociación por los Derechos de las Mujeres (ADEM) e uma das vozes dla Campaña Nacional por el Derecho al aborto legal, seguro y gratuito, pela primeira vez no país o tema tem sido discutido de forma menos apaixonada. “Estamos vivendo em um contexto político favorável que tem permitido que o discurso sobre a defesa da vida dê lugar a uma discussão centrada nos direitos e no acesso à saúde”, observa Estela.
Na análise das integrantes do Colectivo Feminista Proyecto Pasos, organização colombiana, os impasses ainda são muitos. “Construir uma visão libertária da sexualidade e da reprodução e afirmar a capacidade das mulheres para tomar decisões autônomas sobre seus corpos e suas vidas continua sendo o nosso maior desafio”, afirmam.
No Chile, a discussão neste 8 de março está centrada na questão da ocupação feminina em espaços antes vetados à participação feminina. “É necessário gerar uma discussão em torno da desigualdade de gênero existente em nossa sociedade de caráter patriarcal”, analisa Natalia Flores González, integrante do Foro Político Julieta Kirkwood.
Por ocasião do Dia Internacional da Mulher, o CLAM ouviu feministas de seis países da região – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru – sobre essas e outras questões. (As respostas obedecem o critério de ordem alfabética por nome do país e estão mantidas em seu idioma original)
Que desafios se impõem à mulher no tocante aos seus direitos sexuais e reprodutivos – principalmente em relação à descriminalização do aborto - face a mais um 8 de março? Que avanços foram alcançados nesta discussão em seu país?
Estela Díaz (Argentina) – Cuando hablamos de derechos sexuales el primer desafío es la necesidad de estar en alerta permanente, ya que los avances y logros de una etapa están siempre puestos en tensión por los sectores de la reacción más conservadora. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
Télia Negrão (Brasil) – Este 8 de março vem marcado por uma disputa acirrada em torno de quem decide sobre os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, na medida em que há um cenário internacional motivado por uma onda conservadora. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
Natália Flores Gonzáles (Chile) – Pese a que, desde octubre de 2006, el gobierno de Michelle Bachelet ha generado políticas que amplían el ejercicio y la libertad de las mujeres con la implementación de las Normas de Regulación de Fertilidad, aún sigue pendiente la materialización de otra serie de compromisos adquiridos en el ámbito internacional por el Estado chileno. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
El Colectivo Feminista Proyecto Pasos (Colombia) – Para nosotras, continúa siendo un desafío construir una visión libertaria de la sexualidad y la reproducción y afirmar la capacidad de las mujeres para tomar decisiones autónomas y responsables sobre sus cuerpos y sus vidas. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
Maria Consuelo Mejía (México) – Tenemos una situación bastante favorable en Ciudad de México, pues la ley que permite la interrupción legal del embarazo hasta las 12 semanas de gestación está vigente y la Secretaría de Salud local ha asumido su responsabilidad con mucho compromiso. La sociedad de esta ciudad apoyó mayoritariamente la posibilidad de que las mujeres pudiéramos ejercer nuestro derecho a decidir sobre nuestra maternidad. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
Gina Yañez de la Borda (Peru) – Remitiéndonos a las pruebas, podemos decir que a la actual gestión del Presidente García parece importarle poco o nada tanto el ejercicio de los derechos sexuales y reproductivos como el día a día y la vida de las mujeres, sobre todo de las más pobres. Clique aqui e leia a entrevista na íntegra
13 de mar. de 2008
Saiu na Zero Hora de 13/março/2008
Artigo
Novos pecados, velhas práticas, por Lícia Peres*
Há poucos dias, a Igreja Católica divulgou no Osservatore Romano, publicação oficial do Vaticano, um novo elenco de "pecados sociais," destacando, dentre outros, o que chamou de manipulação genética.
